Publicada no rescaldo da crise económica de 1973 e em plena transformação política portuguesa, esta obra de Bertrand Bellon examina a articulação entre o desemprego estrutural e a lógica de acumulação do capital.
A análise critica os limites das soluções keynesianas e propõe uma reflexão marxista sobre as relações entre trabalho, produtividade e política económica.
Um contributo relevante para compreender as dinâmicas do capitalismo avançado em tempos de instabilidade social.




